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    Lar»Mundo»O país africano de onde vêm as modelos mais badaladas do momento: ‘Pele perfeita’
    Mundo

    O país africano de onde vêm as modelos mais badaladas do momento: ‘Pele perfeita’

    adminDe admin17 de junho de 2025Nenhum comentário7 minutos lidos
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    A modelo sul-sudanesa Arop Akol, de cabelo preso enfeitado com letras do alfabeto e blusa vermelha

    Vestindo um modelo discreto, mas chique, com tranças soltas e um rosto fresco e sem maquiagem, Arop Akol parece uma modelo típica quando não está trabalhando.

    Ela mergulha no sofá do escritório da sua agência britânica, a First Model Management, e detalha sua carreira florescente, que a levou a percorrer as passarelas representando marcas de luxo em Londres e em Paris, na França.

    A modelo tem, hoje, pouco mais de 20 anos. Ela tem maçãs do rosto altas, pele rica e escura e mede 1m78 de altura.

    Viajar a trabalho pode ser uma atividade solitária. Mas Akol encontra constantemente modelos do seu país de origem — o Sudão do Sul, um país exuberante, mas muito conturbado.

    “Os sul-sudaneses ficaram muito conhecidos pela sua beleza”, conta Akol.

    Para confirmar sua avaliação, basta folhear qualquer revista de moda ou examinar as fotos de algum desfile. Modelos nascidas e criadas no Sudão do Sul, ou que fazem parte da grande diáspora do país, estão em toda parte.

    Elas variam de modelos emergentes, como Akol, até supermodelos como Anok Yai, Adut Akech e Alek Wek.

    Wek, por exemplo, foi descoberta em um estacionamento de Londres em 1995.

    Desde então, a modelo foi retratada na capa da revista Vogue diversas vezes e desfilou para marcas como Dior e Louis Vuitton. Foi assim que ela se tornou uma das primeiras modelos sul-sudanesas a atingir o sucesso global.

    Naomi Campbell abraça as modelos sul-sudanesas Adut Akech e Anok Yai

    Crédito,Getty Images for The Business of Fashion

    Legenda da foto,Adut Akech (esq.) e Anok Yai (dir.) entraram para o ranking das modelos mais requisitadas da moda, ao lado de Naomi Campbell

    A popularidade das modelos sul-sudanesas não mostra sinais de declínio.

    A plataforma Models.com, líder do setor, elabora uma lista anual das 50 principais “estrelas do futuro” das passarelas. E, na sua seleção mais recente, uma em cada cinco modelos tem origens no Sudão do Sul.

    A Vogue também incluiu quatro modelos sul-sudanesas no seu recente artigo sobre as “11 jovens modelos que irão agitar as passarelas em 2025”.

    “As expectativas sobre o que deve ser uma modelo — a maioria das modelos sul-sudanesas atende”, afirma Dawson Deng, responsável pela Semana de Moda do Sudão do Sul, ao lado da ex-modelo Trisha Nyachak. O evento é realizado na capital do país, Juba

    “Elas têm a pele escura perfeita. Elas têm a melanina. Elas têm a altura”, destaca Deng.

    A agente de seleção da First Model Management, Lucia Janosova, conta à BBC que “é claro que elas são bonitas… bela pele, a altura”.

    Mas ela afirma que não sabe ao certo por que as marcas de moda procuram modelos sul-sudanesas, em vez de outras nacionalidades.

    “Não sei dizer porque existem muitas meninas que também são bonitas e vêm de Moçambique, da Nigéria ou de outros países, certo?”

    A modelo sul-sudanesa Akur Goi desfilando, de óculos espelhados

    Crédito,Gamma-Rapho/Getty Images

    Legenda da foto,‘Eu estava muito nervosa e assustada, mas disse para mim mesma: ‘Posso fazer isso’ porque era um sonho’, diz a modelo sul-sudanesa Akur Goi, descoberta por agentes no Facebook, no ano passado

    A modelo sul-sudanesa Akur Goi já trabalhou com estilistas como Givenchy e Armani. Ela tem uma teoria a este respeito.

    Goi acredita que as modelos sul-sudanesas são requisitadas não só pela sua beleza física, mas também pela sua “resiliência”.

    Ela nasceu em Juba e se mudou para a vizinha Uganda quando era criança, como fizeram Akol e centenas de milhares de outros sul-sudaneses.

    Muitas pessoas fugiram do país nos anos que se seguiram à independência do Sudão do Sul, em 2011.

    Muita esperança pairava sobre a mais nova nação do mundo, agora independente do Sudão. Mas, apenas dois anos depois, eclodiu uma guerra civil, que matou 400 mil pessoas e fez com que 2,5 milhões de sul-sudaneses saíssem de suas casas rumo a países como Uganda.

    A guerra civil terminou depois de cinco anos. Mas novas ondas de violência, desastres naturais e a pobreza fizeram com que as pessoas continuassem a deixar o país.

    Recentemente, os combates entre as forças do governo e da oposição se intensificaram, despertando temores de que o país possa travar uma nova guerra civil.

    Modelo sul-sudanesa Arop Akol sendo maquiada

    Crédito,Getty Images

    Legenda da foto,Arop Akol foi descoberta em 2019. Ela conta que se sentiu explorada, pois precisava fazer pagamentos que, normalmente, não são cobrados das modelos

    Depois de sair do Sudão do Sul abalado pela guerra em direção a Uganda, Goi alimentou seu “maior sonho”: ser modelo.

    Este sonho se tornou realidade apenas no ao passado, quando ela foi descoberta por agentes no Facebook. E, no seu primeiro trabalho, ela desfilou para o gigante italiano da moda Roberto Cavalli.

    Goi conversa com a BBC de Milão, na Itália, para onde foi chamada a trabalho de última hora.

    “Fiquei super empolgada e pronta para minha primeira temporada”, relembra ela. “Eu estava muito nervosa e assustada, mas disse para mim mesma: ‘Posso fazer isso’ porque era um sonho'”.

    Mas a trajetória de algumas modelos sul-sudanesas é bem mais tumultuada.

    Uma investigação do jornal britânico The Times descobriu que duas modelos que viviam em um campo de refugiados no Quênia chegaram a viajar para a Europa, onde ouviram simplesmente que eram muito malnutridas para desfilar na passarela.

    Depois de realizarem trabalhos como modelos, várias outras jovens foram informadas que deviam milhares de euros às suas agências. Alguns contratos especificam o reembolso dos custos com obtenção de vistos e voos, normalmente quando as modelos começam a ganhar dinheiro.

    Akol contra que enfrentou uma questão parecida. Quando ela foi descoberta, em 2019, a agência envolvida pediu que ela pagasse diversas taxas — que, hoje ela sabe, não costumam ser cobradas pelas agências.

    “Eles me pediram dinheiro para registro, dinheiro para isso, para aquilo. Eu não conseguia dar conta de tudo aquilo”, relembra ela.

    “Tenho dificuldades, minha família enfrenta dificuldades, não consigo administrar tudo aquilo.”

    Três anos depois, quando morava em Uganda, Akol acabou sendo descoberta por outra agência, mais conceituada.

    Modelos desfilam de vestido na passarela da Semana de Moda do Sudão do Sul

    Crédito,Mogz_pics

    Legenda da foto,Modelos que desfilaram na passarela da Semana de Moda do Sudão do Sul já seguiram carreira internacional, segundo um dos criadores do evento

    Dawson Deng ajuda modelos sul-sudanesas iniciantes a elaborar portfólios. Ele conta à BBC que algumas delas se queixaram de terem sido pagas pelo seu trabalho em roupas, não em dinheiro.

    Muitas modelos também enfrentam outro desafio: a percepção da sua família sobre sua escolha de carreira.

    “Eles não queriam e não querem até hoje”, conta Akol sobre sua família. Ela, agora, mora em Londres.

    “Mas nós [modelos] conseguimos nos destacar e dizer: ‘Somos um país jovem. Precisamos sair mundo afora e conhecer pessoas. Precisamos fazer coisas que todo mundo está fazendo.'”

    Deng acredita que as famílias que moram nas áreas urbanas começaram a ter a mente mais aberta, mas alguns sul-sudaneses relacionam a profissão de modelo à prostituição.

    Existem pais que questionam todo o conceito. Eles se perguntam por que suas filhas iriam “andar em frente às pessoas”, afirma ele.

    A modelo sul-sudanesa Alex Wek, de vestido vermelho em uma festa

    Crédito,Getty Images

    Legenda da foto,Alex Wek foi descoberta em 1995, em um estacionamento em Londres. Ela foi uma das primeiras modelos sul-sudanesas a atingir o sucesso global.

    Deng relembra ter atendido uma jovem que se preparava para voar para seu primeiro trabalho internacional. A família dela, insatisfeita com sua carreira de modelo, a seguiu até o aeroporto e impediu que ela entrasse no avião.

    Mas ele conta que os parentes da modelo acabaram aceitando sua carreira. Desde então, ela é modelo de uma importante marca de lingerie.

    “Esta garota, na verdade, é a provedora da família”, segundo ele. “Ela está levando todos os irmãos para a escola e ninguém mais fala sobre isso como algo ruim.”

    Ele tem “orgulho” de ver esta modelo — e outras do Sudão do Sul — no cenário global. E, mesmo com os ciclos do setor variando conforme as tendências, Deng não acredita que as modelos sul-sudanesas irão sair de moda.

    Akur Goi é da mesma opinião. Para ela, existe uma “demanda cada vez maior por diversidade” no mundo da moda.

    E Arop Akol também acredita que o Sudão do Sul chegou para ficar. Ela destaca que “Alek Wek fez isso desde antes de eu nascer e continua fazendo até hoje”.

    “As modelos sul-sudanesas têm um longo caminho pela frente.”

    fonte:https://www.bbc.com/portuguese/

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