
O Governo do Tocantins, por meio da Rede de Atendimento à Mulher Indígena em Situação de Violência, está promovendo ações de sensibilização e enfrentamento à violência contra a mulher no território Krahô. As atividades iniciaram nesta quarta-feira, 24, na aldeia Rio Vermelho, com palestras, rodas de conversa e orientações sobre violência doméstica e saúde mental. Já na quinta-feira, 25, a programação continua na aldeia Manoel Alves.
Para facilitar a compreensão das informações, a Secretaria de Estado dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) elaborou um informativo na língua materna do povo Krahô sobre os tipos de violência doméstica e os principais canais de denúncia. As técnicas da Sepot, Vanessa Xerente e Patrícia Maia, estão realizando a mediação com a comunidade. “O material na própria língua é uma forma muito importante de levar a informação para as mulheres, para que assim possam identificar os tipos de violência e compreender situações que não podem ser toleradas”, destacou Vanessa.
A ação é interinstitucional e conta com a participação de técnicos e representantes das secretarias de Estado da Mulher (SecMulher), da Educação (Seduc), da Saúde (SES/TO), da Segurança Pública (SSP/TO) e da Polícia Militar (PMTO). Também participam a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) e as prefeituras de Goiatins e Itacajá.
A técnica da Sepot, Patrícia Maia, explica que ações como as desenvolvidas pela Rede de Proteção à Mulher Indígena fortalecem a articulação interinstitucional e reafirmam o compromisso do Governo do Estado com a promoção dos direitos das mulheres indígenas.
Edição: Larissa Mendes
Revisão Textual: Marynne Juliate




